Viajamos, conhecemos, nos aventuramos e trazemos a melhor seleção de vinhos uruguaios e brasileiros, além do melhor de Itália, Argentina, Chile e Portugal. Um tesouro da Serra Gaúcha Localizada na bela região da Serra Gaúcha, a Vinícola Capoani é um exemplo inspirador de uma vinícola familiar que tem conquistado o coração dos apreciadores de vinho. Por meio de métodos ancestrais e da valorização de uvas quase extintas, foi a pioneira na produção destes vinhos no Brasil. Produzem o famoso Era dos Ventos Peverella, um vinho laranja – feito com uvas brancas que ficam em contato com as cascas e, por isso, ganha a cor alaranjada – que é simplesmente sensacional. A vinícola Era dos Ventos é fruto de uma paixão e do sonho de resgatar o que o casal de vinhateiros chamam de “a alma do vinho”.
- Seus vinhos logo caíram no gosto de Parker, recebendo altas pontuações, e, com isso, produtores mundo afora passaram a contratá-lo como consultor.
- Na safra de 1999, a vinícola Miolo resolveu lançar o vinho Lote 43, um dos primeiros ícones do Brasil, feito com uvas do primeiro vinhedo adquirido pelo imigrante Giuseppe Miolo, quando de sua chegada ao país.
- Desde 2017, já produziram vinhos espumantes, tintos, brancos e rosés utilizando diferentes variedades de uva trazidas de Caxias do Sul, Campos de Cima da Serra e Encruzilhada do Sul.
- Eu mesmo provo, avalio e escolho cada rótulo, garantindo que apenas os melhores cheguem até você.
- Sua paixão fez com que solicitasse grandes encomendas dos principais vinhos franceses da época para o governo norte-americano (e para si mesmo) e com que tentasse desenvolver a vitivinicultura nos Estados Unidos.
Esses produtores, muitas vezes familiares, dedicam-se a técnicas tradicionais e sustentáveis, resultando em vinhos únicos que refletem o terroir e a personalidade da região onde são cultivados. A busca por autenticidade e a paixão pelo ofício são características marcantes desses vinhos, que se destacam no mercado premium. Muitas vinícolas oferecem visitas guiadas, onde os visitantes podem conhecer o processo de produção, as vinhas e até participar da colheita. Essa interação proporciona uma conexão mais profunda com o vinho e seu produtor, tornando a experiência mais enriquecedora.
O Vinho de pequeno produtor refere-se a vinhos elaborados por vinícolas independentes, que geralmente possuem uma produção limitada. Esses produtores focam na qualidade em vez da quantidade, utilizando métodos tradicionais e sustentáveis para cultivar suas uvas e produzir seus vinhos. O resultado é uma bebida que muitas vezes reflete o terroir, ou seja, as características únicas do solo e clima da região onde as uvas são cultivadas.
Neste artigo, vamos apresentar algumas dessas vinícolas e mergulhar em suas histórias e tradições, revelando o encanto desses vinhos singulares. O terroir refere-se ao conjunto de fatores ambientais que influenciam o cultivo das uvas, incluindo solo, clima e topografia. Pequenos produtores frequentemente valorizam a singularidade de suas regiões, utilizando técnicas que respeitam e realçam as características do terroir local, resultando em vinhos que refletem verdadeiramente o lugar de origem. Muitos pequenos produtores de vinho adotam práticas sustentáveis em suas vinhas, como a agricultura orgânica e biodinâmica. Isso não apenas ajuda a preservar o meio ambiente, mas também melhora a qualidade das uvas. A sustentabilidade é um aspecto fundamental que atrai consumidores que buscam produtos éticos e responsáveis, além de contribuir para a preservação das tradições vitivinícolas.
Apesar de seu valor, os pequenos produtores enfrentam diversos desafios, como a concorrência com grandes vinícolas e a dificuldade de acesso a mercados. A limitação de recursos financeiros e a necessidade de investimento em tecnologia também podem ser barreiras significativas. No entanto, muitos desses produtores encontram maneiras criativas de superar esses obstáculos, como a colaboração entre si e a participação em eventos de promoção do vinho.
Bodega Ruiz Gastaldo: vinícola urbana no coração de Porto Alegre
Na ocasião, ele queria saber qual era o melhor vinho do mundo e mandou seus mensageiros buscarem bebidas por todas as partes do globo. A prova, que elegeu o vinho do Chipre – provavelmente o Commandaria –, foi eternizada no célebre poema de Henry d’Andeli. Em 1152, Leonor da Aquitânia, ex-rainha da França, casa-se com Henrique Plantagenet, que se tornou Henrique II da Inglaterra dois anos depois. Anos depois, os comerciantes bordaleses passaram a fornecer vinho para a corte britânica, sob o reinado de João Sem Terra, filho de Leonor.
Proibida produção de vinhos no Brasil
Tem como filosofia oferecer vinhos na sua forma mais genuína, o que só é possível tendo matéria-prima de alto nível e se dedicando muito. E não é para menos, como não se chocar ao saber que em 2023, embaixo do nosso nariz, trabalhadores estariam vivendo uma situação de horror como esta. Conforme investigações, as três vinícolas envolvidas no caso contrataram mão de obra terceirizada fornecida pela empresa Fenix Serviços Administrativos, que teria então, mantido os trabalhadores em condições degradantes. Os egípcios não só apreciavam o vinho, como também o consideravam uma oferenda digna de seus deuses e seus mortos.
A degustação de vinhos de pequenos produtores é uma experiência única, pois cada garrafa conta uma história. Os consumidores podem esperar encontrar vinhos com sabores e aromas distintos, resultado das práticas de cultivo e vinificação específicas de cada produtor. Muitas vezes, esses vinhos são acompanhados de informações detalhadas sobre a origem das uvas e o processo de produção, enriquecendo a experiência de degustação. Os vinhos de pequenos produtores são aqueles elaborados por vinícolas que possuem uma produção limitada, geralmente focadas na qualidade em vez da quantidade.
Uvas de Pequenos Produtores
Durante as décadas de 1970 e 80, surgem as principais associações de enólogos, sommeliers e enófilos no Brasil. Em 1993, a Associação Brasileira de Enologia promove a primeira Avaliação Nacional de Vinhos, evento que reúne os principais players da indústria nacional e que serve de parâmetro para avaliar sua evolução qualitativa, ano a ano. Em 1979, Jacques Thienpont assumiu o Château Le Pin e passou a produzir um vinho em quantidades minúsculas sem muita intervenção e sem se preocupar com o estilo bordalês, no porão de sua fazenda.
O mercado de Uvas de Pequenos Produtores tem crescido nos comprar vinho últimos anos, à medida que os consumidores buscam experiências mais autênticas e personalizadas. Esse segmento é impulsionado pela demanda por vinhos únicos e de alta qualidade, que muitas vezes não estão disponíveis nas prateleiras das grandes redes. A valorização do trabalho artesanal e a história por trás de cada garrafa atraem um público cada vez mais interessado e engajado. Harmonizar vinhos de pequenos produtores é uma arte que pode realçar tanto o vinho quanto o prato servido. A chave para uma boa harmonização é considerar as características do vinho, como corpo, acidez e notas aromáticas. Vinhos tintos encorpados, por exemplo, combinam bem com carnes vermelhas, enquanto brancos mais leves podem ser perfeitos para pratos de frutos do mar.
Em agosto de 2010, a Inner Editora lançou o Almanaque do Vinho, uma publicação ideal para o público que está dando seus primeiros passos em direção ao fascinante mundo do vinho. De maneira clara e objetiva, a revista bimestral traz os conhecimentos essenciais para quem quer aproveitar ainda mais esse universo fascinante, com uma seleção dos melhores vinhos aos melhores preços. Em 1973, Michel Rolland começou um laboratório de enologia na margem direita de Bordeaux, em Libourne. Seus primeiros clientes incluíam famosos châteaux bordaleses como Angélus, por exemplo. Seus vinhos logo caíram no gosto de Parker, recebendo altas pontuações, e, com isso, produtores mundo afora passaram a contratá-lo como consultor. Seu trabalho no Brasil fez com que a Merlot se tornasse uma das principais referências na vitivinicultura nacional.
Acredita-se que a Cabernet Sauvignon, dita rainha das uvas, teria nascido acidentalmente em meados do século XVII devido a um cruzamento entre a Cabernet Franc e a Sauvignon Blanc. No século XVIII, porém, ela já era uma das variedades mais importantes de Bordeaux, na época conhecida como Petite Vidure. Lúcio Columella, espanhol de Cadiz, escreveu o mais completo manual de agricultura até então, De Re Rustica, sobre assuntos do campo.